Chrétien de Troyes
Lancelot, o Cavaleiro da Carroça
Lancelot, o Cavaleiro da Carroça
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A rainha Guinevere foi raptada. Para resgatá-la, Lancelot precisa aceitar o inaceitável: subir numa carroça de condenados, o transporte público da vergonha na Idade Média — e ele hesita dois passos antes de subir. Essa hesitação mínima move o poema inteiro: até onde vai um amor que exige a desonra? Escrito no século XII, este é o romance em versos que inventou o Lancelot que o mundo conhece.
Chrétien de Troyes escreveu na corte de Champagne, no século XII, a pedido da condessa Maria de Champagne — ele mesmo conta isso no prólogo. Foi o poeta que deu forma de romance às lendas arturianas e que introduziu Lancelot no ciclo, criando o triângulo com Arthur e Guinevere que toda versão posterior herdou. Sem Chrétien, não existe o Lancelot de Malory, o de Hollywood, o de lugar nenhum.
O Cavaleiro da Carroça é o texto onde o amor cortês — essa invenção medieval que até hoje organiza nossas histórias de amor — ganhou sua forma definitiva: a dama soberana, o cavaleiro que serve, a paixão como prova e tormento ao mesmo tempo. E é espantoso que uma obra desse tamanho nunca tivesse saído por aqui: esta é a primeira edição brasileira do poema, mais de oito séculos depois de escrito.
A edição da Trinca traz o romance em versos em tradução de Cristina Casagrande — a primeira publicada no Brasil —, em 212 páginas com projeto gráfico colecionável. O livro integra a TRINCA.06 — Cavaleiros Medievais, ao lado de As Lendas do Rei Arthur e Homens de Ferro, e agora sai também avulso: a chance de ter na estante um inédito de oito séculos de idade.
Especificações
- Autor: Chrétien de Troyes
- Título original: Le Roman du Chevalier de la Charrette
- Tradução: Cristina Casagrande
- Páginas: 212
- Faz parte do box: TRINCA.06 Cavaleiros Medievais
Perguntas frequentes
Esse livro é indicado pra quem?
Pra quem já conhece o básico de Camelot e quer descer à raiz do mito; pra interessados em literatura medieval e na origem do amor cortês; e pra colecionadores — é a primeira edição brasileira de um texto do século XII, o volume mais raro do catálogo da Trinca.
Preciso ter lido algo antes?
Ajuda conhecer o pano de fundo arturiano — quem são Arthur, Guinevere e a corte —, e As Lendas do Rei Arthur, do mesmo box, resolve isso bem. Mas o poema conta sua própria história do início: rapto, perseguição e resgate se explicam sozinhos.
Vale mais comprar avulso ou no box?
Avulso, o livro sai por R$ 54,90. No box TRINCA.06 — Cavaleiros Medievais, por R$ 165, você leva também As Lendas do Rei Arthur e Homens de Ferro, mais a luva protetora e os brindes. Como as três obras se iluminam mutuamente, o box é a experiência completa.
A edição tem tradução de quem?
A tradução é de Cristina Casagrande, própria da Trinca — a primeira do poema publicada no Brasil. A obra é um romance em versos (Le Roman du Chevalier de la Charrette), e a edição traz o texto em 212 páginas com projeto gráfico colecionável.


